segunda-feira, 16 de maio de 2011

Devassa

Voltei a me cansar dos post's melancólicos.
Quero escrever algo mais quente... mais excitante
O que eu poderia escrever sem me comprometer ou ser chamada de puta?!
 (Se bem, que comprometida já estou até o pescoço) 
Dane-se o mundo!


Estou numa semana em que me sinto como cadela no cio, e a  palavra SEXO, faz com que minha mente pare e meu corpo pulse. Digamos que estou à "perigo". Não por completo, porque independente de qualquer coisa minha parte racional funciona muito bem, graça a Deus, evitando que eu faça loucuras por aí... bom, mais ou menos. 
Esses dias fiz uma coisa que nunca imaginei que fizesse, pelo menos não sóbria...  bêbada tudo bem, mas sóbria jeito nenhum! Pois é, me surpreendi. Tudo por conta  dos hormônios aflorados e olhares maliciosos.



Tudo começou quando cheguei ao hospital pra ser acompanhante da minha avó, durante a noite, (sim! Mlle. Charmant tem avó... ela não se orgulharia dessa história, mas nada disso teria acontecido, se ela não tivesse no hospital) com minhas malas e meu vestido tomara-que-caia, que não caía mas subia devido a grande quantidade de bunda que me foi dada.(em alguns momentos até que me orgulho dessa herança). Eis que surge o Enfermeiro Henrique, alto, não muito bonito nem muito feio, era uma pessoa apresentável e que me comia com os olhos cada vez que entrava no quarto. 


Num certo momento Henrique, o enfermeiro, entrou no quarto para verificar a pressão dá vovó, justamente  na hora em que eu estava preparando minha cama numa posição bem constrangedora pra mim, mas alucinante pra qualquer homem. Daí em diante os olhares de Henrique deixaram de ser maliciosos para devorador, cada vez que ele entrava naquele quarto sentia como se cada peça de roupa minha fosse arrancada só com seus olhares. 


Passou-se o tempo, e eu estava deitada de bruços, coberta, lendo um livro. Estava como estaria se estivesse em casa executando tal atividade. Henrique entra novamente no quarto, dessa vez preferi nem olha-lo, mas pude ouvir seus passos se aproximando de minha cama, afim de saber o que me entretia, ("O Morro dos Ventos Uivantes". Um clássico britânico que só tem morte e todos têm o mesmo nome) lhe disse qual era o livro, até que senti sua mão em minha orelha por uma mecha de meu cabelo acariciando-os... a princípio não me dei conta e retomei a leitura, mas logo o repreendi, pois se alguém entrasse no quarto e visse aquela cena, por mais sutil e aparentemente sem maldade, poderia acarretar sérias consequências para o Enfermeiro e grande constrangimento pra mim. As horas foram passando e após esse episódio, Henrique mal falava comigo, mas os pensamentos maliciosos  e devassos, desta vez estava em minha cabeça e eu não conseguia disfarça-los, e como ele precisava entrar no quarto durante um período muito curto de tempo, não foi difícil prever o que se passava em minha mente. 


Com as cortinas fechadas não  percebi que era quase dia, e dessa vez ele voltara pra se despedir e estimar melhoras a minha querida avó. Estava sentada numa poltrona, pois havia cansado de ficar deitada e mais uma vez Henrique chegou perto, pegou na minha mão gentilmente, mas ainda com os olhos avassaladores, não resisti e peguei-o pelo uniforme, dei lhe um beijo e ele retribuiu com afinco....
Nossos corpos naquele momento pareciam um encaixe perfeito de tanta excitação devido a adrenalina que nos dominava pois, a porta estava aberta. Ali, naquela poltrona pudemos sentir cada pedaço do corpo um do outro, até que decidimos ir para o lavabo, lá as chances de sermos pegos eram menores. Do caminho da poltrona ao lavabo o tesão era o mesmo, e lá dentro por muito pouco não chegamos aonde realmente queríamos, mas foi uma experiência e tanto!  Como já tinha dito, nunca imaginei  fazer isso, na verdade nunca senti isso por um desconhecido, e o fato de ser "errado" e a forma como ele me olhava só aumentava meu tesão. 

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